Este artigo analisa a implementação prática de jogos e brincadeiras na Educação Infantil, defendendo que o brincar no ambiente escolar exige planejamento pedagógico, intencionalidade e mediação docente qualificada para promover o desenvolvimento integral da criança. O texto descreve a progressão das atividades lúdicas, partindo da exploração sensório-motora no berçário até a complexidade do faz de conta e dos jogos de regras, destacando o papel do professor como facilitador que amplia sentidos e propõe desafios. Por fim, ressalta a importância de valorizar brincadeiras tradicionais e a cultura infantil como instrumentos essenciais para a construção da identidade, a socialização e a preservação do patrimônio cultural imaterial no cotidiano escolar.