Preferência do pulgão-preto e da cigarrinha-verde em diferentes genótipos de feijão-caupi em Roraima

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ISSN: 19828470
Editor Chefe: Sandra Catia Pereira Uchôa
Início Publicação: 30/11/2007
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Agronomia

Preferência do pulgão-preto e da cigarrinha-verde em diferentes genótipos de feijão-caupi em Roraima

Ano: 2015 | Volume: 9 | Número: 1
Autores: H. F. S. Bandeira, A. C. S. Lima, A. Strucker, L. B. Trassato, L. F. S. Dionisio
Autor Correspondente: H. F. S. Bandeira | [email protected]

Palavras-chave: Aphis craccivora, Empoasca sp, Resistência de plantas a insetos, Vigna unguiculata

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A ocorrência de insetos praga está entre os fatores que mais afetam a produtividade do feijão-caupi. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar a resistência de nove genótipos de feijão-caupi ao ataque do pulgão-preto, Aphis craccivora Koch, 1854, e da cigarrinha-verde, (Empoasca sp.), e a flutuação populacional de A. craccivora sobre a cultura, em condições de campo. Foram selecionados nove genótipos de feijão-caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp), a saber: BR-17 Gurgueia, BRS Guariba, BRS Cauamé, Pretinho Precoce 1, UFRR Grão Verde, Apiaú, Iracema, Cara-Preta e Sempre Verde. O delineamento experimental foi realizado em blocos casualizados, em esquema de parcela subdividida, com quatro repetições. Cada variedade foi plantada em quatro linhas paralelas, considerando as duas fileiras centrais como área útil. A contagem dos pulgões foi feita diretamente na última folha trifoliolada completamente aberta, enquanto que a das cigarrinhas foi realizada pelo método da batida de plantas em bandeja com água. Nos genótipos BRS Cauamé, BRS Guariba e Pretinho Precoce 1 foram observados os menores índices de infestação por A. craccivora, apresentando, portanto, resistência do tipo não preferência em relação aos demais avaliados. O genótipo Apiaú mostrou-se suscetível a Empoasca sp., e os BR-17 Gurgueia, Cara-Preta, Sempre Verde, UFRR Grão Verde e BRS Cauamé foram os mais resistentes, em função da menor preferência pelas cigarrinhas, registrada, principalmente, aos 28 e 35 dias após a emergência das plantas.