Presentimento di una religione senza dio in Friedrich Feuerbach

Perspectivas

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ISSN: 2448-2390
Editor Chefe: Judikael Castelo Branco
Início Publicação: 01/08/2016
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Filosofia

Presentimento di una religione senza dio in Friedrich Feuerbach

Ano: 2021 | Volume: 6 | Número: 1
Autores: F. Adolfi
Autor Correspondente: F. Adolfi | [email protected]

Palavras-chave: Friedrich Feuerbach, Religione del futuro, Religione senza dio, Atei devoti, Umanesimo.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O artigo trata da hipótese de que nos escritos de Friedrich Feuerbach sobre a religião do futuro e sobre a igreja do futuro possamos encontrar elementos de reflexão úteis para a articulação do tema, hoje tão discutido, de uma religião sem deus. De um lado, esse exercício sublinha a perspectiva humanista da filosofia em questão e, por outro, destaca a necessidade da criação de uma nova forma de laço capaz de difundir uma fé que una os homens com um vínculo mais forte que o vínculo do cristianismo, isto é, que promova e sustente a aspiração, que nos nossos dias se manifesta de modos diversos, a integrar as insuficiências das forças individuais com um espírito comum. Trata-se sempre do amor do próximo fundado sobre a nossa “natureza comum”, particularmente sobre a recíproca necessidade que experimentamos uns dos outros e que nos leva a considerar-nos “irmãos e irmãs no homem”.



Resumo Italiano

Il saggio lavora l’ipotesi che negli scritti che Friedrich Feuerbach dedica alla religione del futuro e alla chiesa del futuro possa trovarsi qualche elemento di riflessione utile ad articolare il tema, oggi assai discusso, di una religione senza dio. Per un verso questo esercizio sottolinea la prospettiva umanistica della filosofia in questione, per l’altro verso destaca il bisogno di creare una nuova forma di legame capace di diffondere una fede che unisca gli uomini con un vincolo più forte di quello del cristianesimo, cioè che promuova e sostenga l’aspirazione, che ai nostri giorni si manifesta in molteplici modi, a integrare la insufficienze delle singole forze con uno spirito comune. Infine, si tratta sempre dell’amore del prossimo fondato sulla nostra “natura comune”, particolarmente sul reciproco bisogno che proviamo l’uno dell’altro e che ci spinge a considerarci “fratelli e sorelle nell’uomo”.