PREVALÊNCIA DE VÉRTEBRA LOMBOSSACRAL DE TRANSIÇÃO E PRESENÇA DE OSTEÓFITOS EM ESQUELETOS SECOS DE ADULTOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

Revista OWL (OWL Journal)

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

PREVALÊNCIA DE VÉRTEBRA LOMBOSSACRAL DE TRANSIÇÃO E PRESENÇA DE OSTEÓFITOS EM ESQUELETOS SECOS DE ADULTOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

Ano: 2023 | Volume: 1 | Número: 3
Autores: Ana Licia Bitu Primo, José Ferreira de Sousa Neto, Levi Ribeiro Rodrigues, Marcelo Nunes da Silva, Mariana Xavier Cruz, Rhuan Áslley de Santana da Silva, Erasmo de Almeida Júnior, Émerson de Oliveira Ferreira
Autor Correspondente: Ana Licia Bitu Primo | [email protected]

Palavras-chave: prevalência, vértebra de transição lombossacral, osteofitose

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Em Anatomia, variação anatômica é um desvio da morfologia normal de um órgão ou estrutura de um indivíduo, e dentre as diversas variações anatômicas, observamos algumas na coluna vertebral, como a presença da vértebra lombossacral de transição. Assim sendo, no presente estudo, pretendemos descrever a prevalência de sacralização, lombarização e presença de osteófitos em S1 em uma Coleção Osteológica da Região Nordeste do Brasil. Para o nosso estudo foram utilizados 407 sacros secos de adultos, sendo 144 do sexo feminino e 263 do sexo masculino. Todos os sacros pertencem ao acervo do Centro de Antropologia Forense da Faculdade de Medicina da FAP-Araripina, localizada no Estado de Pernambuco, Brasil. Para coleta dos dados, foi utilizado o método de abordagem indutivo com técnica de observação sistemática e direta para coleta dos dados e procedimento descritivo para análise dos mesmos. De acordo com os dados obtivemos os seguintes resultados. Com relação a amostra total (n=407), verificamos a presença de sacralização de L5 em 6,88% dos casos e houve presença de osteófitos em S1 em 53,56% dos casos analisados. Neste estudo não observamos a presença de lombarização de S5. A presença de sacralização foi mais frequente no sexo feminino com 9,72% dos casos contra 5,32% do sexo masculino. Devido à grande importância desta estrutura para a clínica, faz-se necessário novos estudos em nossa população para identificação dessas variações.