PREVALÊNCIA DO FORAME ARQUEADO EM UMA COLEÇÃO OSTEOLÓGICA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

Revista OWL (OWL Journal)

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

PREVALÊNCIA DO FORAME ARQUEADO EM UMA COLEÇÃO OSTEOLÓGICA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

Ano: 2023 | Volume: 1 | Número: 3
Autores: Larissa Luana Lopes Lima, Clara Suelen Sena e Silva, Vinicius Costa Figueiredo, Antônio Naclecio Xenofonte de Matos Neto, Rossana Pires Rodrigues dos Santos, Juliana da Silva Batista, Erasmo de Almeida Júnior, Émerson de Oliveira Ferreira
Autor Correspondente: Larissa Luana Lopes Lima | [email protected]

Palavras-chave: presença, forame arqueado, atlas

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Em Anatomia, variação anatômica é um desvio da morfologia normal de um órgão ou estrutura de um indivíduo, e dentre as diversas variações anatômicas, observamos algumas na primeira vértebra cervical, como a presença do forame arqueado, que está presente em 10 a 30% da população. Assim sendo, no presente estudo, pretendemos descrever a prevalência do forame arqueado completo em uma Coleção Osteológica da Região Nordeste do Brasil. Para o nosso estudo foram utilizadas 204 vértebras atlas secas de adultos, sendo 67 do sexo feminino e 137 do sexo masculino. Todas as vértebras pertencem ao acervo do Centro de Antropologia Forense da Faculdade de Medicina da FAP-Araripina, localizada no Estado de Pernambuco, Brasil. Para coleta dos dados, foi utilizado o método de abordagem indutivo com técnica de observação sistemática e direta para coleta dos dados e procedimento descritivo para análise dos mesmos. De acordo com os dados obtivemos os seguintes resultados. Com relação a amostra total (n=204), verificamos a ausência do forame arqueado em 155 vértebras, representando 76% dos casos. Em 26 vértebras (12,7%) encontramos o forame na forma bilateral. O forame unilateral direito apareceu em 10 casos (4,9%) e do lado esquerdo em 13 vértebras, representando 6,4% dos casos. A presença deste forame foi mais frequente no sexo masculino do que no feminino. Devido à grande importância desta estrutura para a clínica, faz-se necessário novos estudos em nossa população para identificação dessas variações.