Que o Brasil seja melhor: Kátia Born e a construção de pautas de gênero e sexualidades na política alagoana

Cadernos de Gênero e Diversidade

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Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
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Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Que o Brasil seja melhor: Kátia Born e a construção de pautas de gênero e sexualidades na política alagoana

Ano: 2018 | Volume: 4 | Número: 4
Autores: P. R. S. M. Costa, U. N. Rafael, I. G. Nascimento
Autor Correspondente: P. R. S. M. Costa | [email protected]

Palavras-chave: Mulheres, Partidos Políticos, Brasil, Eleições 2018, Feminismo

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A palavra do momento é uma coisa que a gente nunca deixou de usar. A luta continua. Eu acho que não dá para esperar para ver. Eu tenhoe oito anos de política. Desde o primeiro momento que nós começamos a ter um papel político na sociedade, a nossa linha foi cuidar das mulheres. Eu sou da área da saúde, fui jogadora de voleibol a minha vida inteira, até alguns anos atrás. Fui da seleção alagoana, fui vice-campeã brasileira, cheia de recordes no Norte e Nordeste... E, na minha vida toda, o que é que a gente defendeu? Os direitos das mulheres, os direitos do trabalhador no concurso público, acabar com essa politicagem toda, porque isso tudo é um complexo, não é só uma meta. Eu, na política, acredito que você tem que defender todo um contexto onde a mulher está inserida na sociedade. E aí, quando eu fiz concurso público, me formei com 20 anos de idade na UFAL (Universidade Federal de Alagoas) como dentista, eu fui trabalhar no Vergel da Lago, que é um bairro pobre aqui em Maceió. E nesse bairro, o que acontecia? Naquela época, as pessoas não tinham SUS, só era atendido quem tivesse a carteirinha [antigo] do INPS (Instituto Nacional de Previdência Social)