Quintal Espaço de Saberes e de Segurança Alimentar no Vale do Guaporé, Amazônia Meridional, Mato Grosso

Revista de Estudos Sociais

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ISSN: 2358-7024
Editor Chefe: Roney Fraga Souza
Início Publicação: 31/03/1999
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciências Agrárias, Área de Estudo: Saúde coletiva, Área de Estudo: Geografia, Área de Estudo: História, Área de Estudo: Administração, Área de Estudo: Ciências Contábeis, Área de Estudo: Demografia, Área de Estudo: Direito, Área de Estudo: Economia, Área de Estudo: Planejamento urbano e regional, Área de Estudo: Serviço social, Área de Estudo: Tecnologia, Área de Estudo: Turismo, Área de Estudo: Engenharia biomédica, Área de Estudo: Engenharia elétrica, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Quintal Espaço de Saberes e de Segurança Alimentar no Vale do Guaporé, Amazônia Meridional, Mato Grosso

Ano: 2015 | Volume: 17 | Número: 34
Autores: Aldeniza Cardoso de Lima, Carolina Joana da Silva, Iris Gomes Viana, Joari Costa de Arruda, Mara Maria Dutra, Nilo Leal Sander, Paulo Roberto Moratti
Autor Correspondente: Aldeniza Cardoso de Lima | [email protected]

Palavras-chave: Etnobotânica, Conhecimento Local, Alimentação tradicional

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este estudo, pautado nos pressupostos da Etnobiologia, teve como objetivo dialogar no espaço de um quintal quilombola com o conhecimento etnobotânico e as práticas tradicionais sobre a mandioca para uso alimentar em Vila Bela da Santíssima Trindade, Mato Grosso. A abordagem qualitativa, a partir de técnicas como a observação participante e a entrevista semiestruturada, permitiu conhecer o uso e o manejo de quatro variedades cultivadas de mandioca com fins alimentar e a produção de farinha. A prática tradicional do feitio da farinha de mandioca é uma atividade que traduz o conhecimento etnobotânico, desde os saberes para o cultivo da mandioca, suas variedades, seleção e manejo. Este conhecimento etnobotânico é a expressão da cultura, reporta a memórias e contam histórias de família e do povo das entrevistadas. É o saber-fazer resultante da prática cotidiana, em uma rede complexa de saberes e conhecimentos que constituem uma oportunidade de conservação ambiental, segurança alimentar e economia local.