AS REPRESENTAÇÕES SOBRE FEMINICÍDIO NO JORNAL CIDADE VERDE (2015- 2018)

Humana Res

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ISSN: 2675-3901
Editor Chefe: Antonia Valtéria Melo Alvarenga
Início Publicação: 16/07/2019
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Ciência política, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Geografia, Área de Estudo: História, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Letras, Área de Estudo: Linguística

AS REPRESENTAÇÕES SOBRE FEMINICÍDIO NO JORNAL CIDADE VERDE (2015- 2018)

Ano: 2019 | Volume: 1 | Número: 1
Autores: Isadora Ribeiro Ibiapina, Carmina Rodrigues Bezerra, Débora Cristine Ferreira da Silva
Autor Correspondente: Joseanne Zingleara Soares Marinho | [email protected]

Palavras-chave: História. Feminicídio. Representações jornalísticas.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O objetivo do trabalho é analisar os crimes de feminicídio ocorridos no Piauí entre os anos de 2015 a 2018, utilizando notícias coletadas do portal CidadeVerde.com. A instauração do regime político republicano provocou um frenesi pelos ideais de modernidade, através de um modelo
europeu a ser seguido. Juntamente com esse ideal de modernização, chegaram ao Brasil ideias sobre a emancipação feminina. Nas décadas de 1960 e 1970 muitas mulheres passaram a questionar sua participação na história e solicitar sua inserção na historiografia. Apesar dos diversos direitos conquistados ao longo dos anos, ainda vivemos em uma sociedade misógina. A Lei Maria da Penha nº 11.340/2006 é a principal legislação brasileira para enfrentar a violência contra a mulher, e em 2015 foi sancionada a Lei do feminicídio n° 13.104. Considerando o papel da imprensa na difusão de notícias e na formação de opinião das massas, o trabalho parte da necessidade de discutir o tema, uma vez que o crime apesar de cada vez mais recorrente ainda não possui tanto destaque na imprensa, se traduzindo em matérias pontuais que dão a falsa impressão de que os crimes de feminicídio são fatos isolados. Para o desenvolvimento do trabalho utilizamos autores como Joan Scott (1995), Ana Liési Thurler (2017) e Elizangela Cardoso (2010).