O presente artigo discute a importância do resgate de brincadeiras antigas na Educação Infantil e como essas práticas contribuem para o desenvolvimento integral das crianças. Em um contexto marcado pelo avanço tecnológico e pelo aumento do uso de telas, as brincadeiras tradicionais — como amarelinha, pular corda, passa-anel, pega-pega, ciranda, entre outras — tornaram-se menos presentes no cotidiano infantil. A pesquisa evidencia que essas brincadeiras são carregadas de valores culturais, favorecem a socialização, estimulam a criatividade e desenvolvem habilidades motoras, cognitivas e socioemocionais. Fundamentado em referenciais teóricos que reconhecem o brincar como linguagem essencial da infância, o estudo apresenta o resgate das brincadeiras antigas como uma prática pedagógica significativa, capaz de fortalecer vínculos afetivos, promover interações e valorizar a cultura popular. Conclui-se que integrar essas brincadeiras ao currículo possibilita vivências ricas e autênticas, mantendo viva a memória cultural e contribuindo para uma educação humanizadora.