A saúde mental dos docentes tem se tornado uma questão central no debate educacional, especialmente diante das transformações que impactam o trabalho pedagógico na atualidade. Este estudo tem como objetivo analisar os fatores que contribuem para o adoecimento psíquico dos professores, bem como refletir sobre estratégias que possam favorecer condições mais saudáveis de exercício profissional. A pesquisa caracteriza-se como uma revisão bibliográfica de abordagem qualitativa, fundamentada em produções das áreas da educação, psicologia e sociologia do trabalho. Os resultados indicam que a sobrecarga de funções, a fragilidade das condições de trabalho, a intensificação das cobranças institucionais e a ausência de reconhecimento profissional constituem elementos determinantes para o sofrimento mental docente. Conclui-se que a promoção do bem-estar dos professores depende de ações estruturais que envolvam políticas públicas, reorganização do ambiente escolar e valorização da profissão.