A educação em saúde tem avançado com metodologias que promovem a aprendizagem significativa, como a integração entre conhecimentos prévios e novos saberes. Nesse cenário, a simulação realística surge como ferramenta essencial, possibilitando experiências práticas em contextos controlados, especialmente em situações de urgência e emergência. Este estudo, por meio de um relato de experiência, descreve vivências de estudantes e profissionais da saúde envolvidos em simulações realísticas, destacando como essas práticas contribuem para o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais. A experiência evidenciou a importância da simulação para a articulação entre teoria e prática, o trabalho em equipe, a tomada de decisão e o preparo para situações críticas. A análise foi feita a partir da observação direta, registros dos participantes e complemento com a literatura científica. Conclui-se que a simulação realística é uma estratégia pedagógica transformadora, que fortalece a formação e o preparo dos profissionais, sem oferecer riscos aos pacientes.