O presente artigo tem como propósito investigar quais as variantes são utilizadas pelos falantes da cidade de Belo Horizonte ao descrever o aparelho de sinalização urbana: semáforo, sinal, sinaleiro e outros, busca-se também entender se há maior ocorrência da variante considerada conservadora (semáforo) no bairro nobre. Nesse sentido, usou-se dos princípios norteadores da sociolinguística para a realização da pesquisa, sendo feita uma investigação com coleta, tratamento e análise de dados. Aqui também foi feita uma comparação com os dados da região sul do Brasil, buscando entender a presença e ocorrência das variantes em diferentes regiões. Para tal propósito a pesquisa teve como objetivo central: investigar qual a variante é a mais utilizada pelos falantes do Português Brasileiro na região de Belo Horizonte e objetivos específicos: (i) analisar em qual dos bairros, aqui pesquisados, há maior ocorrência da variante conservadora semáforo e (ii) descobrir quais variantes são utilizadas na região que foi alvo dessa pesquisa. Partiu-se da hipótese inicial de que os falantes da região utilizariam apenas duas variantes: semáforo ou sinal, e que a variante conservadora (semáforo) seria mais utilizada no bairro nobre, levando em conta o contexto social. Nas considerações finais observa-se que os resultados obtidos desafiaram a nossa hipótese e atenderam nossos objetivos.