Estudantes universitários apresentam má qualidade do sono, associada à sonolência diurna excessiva (SDE) e a potenciais prejuízos de saúde e distúrbios do sono. O presente artigo analisa o tema mediante exame aprofundado na qualidade do sono dos universitários, por tratar-se de fator de risco modificável, considerando que a abordagem abriria janelas de intervenção sobre múltiplas causas de dificuldade encontradas na fase estudantil, reforçando o convite à promoção do lema "dormir bem para viver melhor", pois o sono não é supérfluo, mas imperativo de saúde pública. Mediante evidências práticas, o presente artigo evidencia a necessidade de estratégias como a educação em higiene do sono, corroborando achados nacionais acerca dos impactos acadêmicos e na saúde mental de discentes universitários.