Este artigo, cujo tema é a Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA), tem como objetivo contribuir, à luz de estudiosos que concebem a educação como propulsora da liberdade e do pensamento crítico, com os professores que atuam na formação desse público, problematizando acerca das políticas públicas ineficazes, que desencadeiam desde entraves na condução da alfabetização pelos educadores até a produção de analfabetos funcionais. Nessa perspectiva, trilhou-se pela procura de dados que nos deixasse a par do cenário da Educação de Jovens e Adultos, no que diz respeito ao número de não alfabetizados e analfabetos funcionais, além de referências legais que instituem essa modalidade de ensino como política pública e um referencial teórico que amparasse o trabalho. A respeito da alfabetização nessa modalidade de ensino, destaca-se a aprendizagem significativa que se constitui a partir da atuação social. Para isso, partiu-se de algumas indagações: Como alfabetizar jovens e adultos? Como solucionar os principais entraves na alfabetização da EJA? Diante do exposto, buscou-se obras que oferecessem suporte e contribuíssem para a pesquisa no sentido de apoiar professores na alfabetização desse público, justificando o tema. Para tanto, examinou-se algumas legislações, obras de estudiosos que trataram da educação de Jovens e Adultos, principalmente, Paulo Freire e pesquisadores que analisaram sua obra, onde constatou-se que a alfabetização nessa fase deve partir da vivência dos discentes.