A Tecnologia de Gênero na análise de documentários

Cadernos de Gênero e Diversidade

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Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
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Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

A Tecnologia de Gênero na análise de documentários

Ano: 2025 | Volume: 11 | Número: 3
Autores: I. T. Ferreira
Autor Correspondente: I. T. Ferreira | [email protected]

Palavras-chave: gênero, tecnologia de gênero, eliza capai, documentário

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

As mulheres diretoras desempenham um papel importante na forma como percebemos e compreendemos narrativas em documentários. A abordagem feminina posta em debate levanta possibilidades acerca de diferentes perspectivas, podendo elas tratarem de diferentes sensibilidades, trazendo à tona histórias que podem ter sido negligenciadas ou sub-representadas. Ao construírem a narrativa de documentários, as diretoras mulheres podem trazer um outro olhar sobre a construção dos personagens e histórias dos temas tratados, sejam eles homens, mulheres ou coisas. Através de suas lentes, as histórias documentadas ganham vida de maneira diferente, desafiando estereótipos e ampliando o entendimento coletivo sobre as experiências humanas. Assim, o presente artigo busca trazer as contribuições de Teresa De Lauretis, criadora do conceito de tecnologia de gênero, para analisar as produções documentais Elize Matsunaga: Era uma vez um crime (2021) e Incompatível com a vida (2023), ambos da diretora brasileira Eliza Capai.