Este artigo apresenta e discute os conflitos e os desafios de uma professora negra e umbandista que se arriscou em abordar as relações étnico-raciais, de gênero e sexualidade em uma escola de ensino básico periférica no interior da Bahia. A docente se deparou com alguns empecilhos, especialmente por ser vista por algumas/alguns de suas/seus alunas/os como macumbeira, e por isso, tentavam deslegitimar seu trabalho. Contudo, por meio de suas práticas, conseguia instigar vários(as) estudantes que construíram novos sentidos sobre as identidades negras, do povo de santo e LGBTTQIAPN+.