A política de preservação e patrimonializaçãoda natureza do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural vêm, desde a década de 1960, acautelando os tombamentos dos bens culturais e os bens naturais numa perspectiva ateadano campo simbólico e cultural. Dessa forma, tem-se como objetivo geral nesse artigo analisar a política de preservação do patrimônio cultural do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro (INEPAC). O presente artigo procede-se à metodologia de cunho descritivo-qualitativo: revisão bibliográfica, documentos e sites, possibilitando constatar apatrimonializaçãoda natureza por meio do INEPAC, respaldando-se numa perspectiva ultrajante e com uma visão para além da distinção entre cultural e natural, interpretando a natureza enquanto produto corporificado através da própria produção do espaço – produzindo e reproduzindo a identidade e a memória fluminense.