UNLOCKING NEW PHARMACOLOGICAL PERSPECTIVES ON Piper umbellatum L.: A 2014–2024 MINI-REVIEW

Arquivos de Ciências da Saúde da Unipar

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ISSN: 1982-114X
Editor Chefe: Nelton Anderson Bespalez Corrêa
Início Publicação: 31/01/1997
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências da Saúde

UNLOCKING NEW PHARMACOLOGICAL PERSPECTIVES ON Piper umbellatum L.: A 2014–2024 MINI-REVIEW

Ano: 2026 | Volume: 30 | Número: 1
Autores: Betania Barros Cota, Ana Clara Romualdo
Autor Correspondente: Betania Barros Cota | [email protected]

Palavras-chave: Piper umbellatum L., Revisão de Literatura, In vitro, In vivo, Ensaio Biológico, Brasil, Piper umbellatum L., Literature Review, In vitro, In vivo, Biological Assay, Brazil, Piper umbellatum L., Revisión de la Literatura, In vitro, In vivo, Ensayo Biológi

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Piper umbellatum L. (Piperaceae), comumente conhecida como “pimenteira” ou “caapeba” no Brasil, tem sido tradicionalmente utilizada no tratamento de feridas, úlceras, febre, dores e distúrbios dos sistemas digestivo, hepático e linfático. Esta revisão teve como objetivo responder à seguinte pergunta: quais são os avanços recentes e as lacunas no conhecimento farmacológico sobre P. umbellatum no período de 2014 a 2024? Para isso, foram selecionados e analisados 24 estudos publicados em português ou inglês, obtidos em bases de dados como SciFinder®, Scopus, PubMed e ScienceDirect. O Brasil foi o principal local de realização dos estudos, seguido por Camarões. As folhas e os extratos polares foram as partes da planta mais investigadas. Foram identificadas novas atividades in vitro, incluindo efeitos antiesquistossomóticos, filaricidas, inseticidas e herbicidas. Estudos in vivo revelaram efeitos protetores contra colite e lesões gástricas, bem como benefícios reprodutivos. A convergência entre os usos tradicionais e as evidências científicas destaca o potencial terapêutico dessa espécie para diversas condições, incluindo seu uso como afrodisíaco.



Resumo Inglês:

Piper umbellatum L. (Piperaceae), commonly known as “pimenteira” or “caapeba” in Brazil, has traditionally been used to treat wounds, ulcers, fever, pain, and disorders of the digestive, hepatic, and lymphatic systems. This review aimed to address the following question: What are the recent advances and gaps in the pharmacological knowledge of P. umbellatum from 2014 to 2024? To this end, 24 studies published in Portuguese or English were selected and analyzed from databases such as SciFinder®, Scopus, PubMed, and ScienceDirect. Brazil was the primary study location, followed by Cameroon. The leaves and polar extracts were the most frequently investigated plant parts. Novel in vitro activities were identified, including antischistosomal, filaricidal, insecticidal, and herbicidal effects. In vivo studies revealed protective effects against colitis and gastric damage, as well as reproductive benefits. The convergence between traditional uses and scientific evidence highlights the therapeutic potential of this species for various conditions, including its use as an aphrodisiac.



Resumo Espanhol:

Piper umbellatum L. (Piperaceae), conocida comúnmente como “pimenteira” o “caapeba” en Brasil, ha sido utilizada tradicionalmente para tratar heridas, úlceras, fiebre, dolor y trastornos de los sistemas digestivo, hepático y linfático. Esta revisión tuvo como objetivo abordar la siguiente pregunta: ¿cuáles son los avances recientes y las brechas en el conocimiento farmacológico sobre P. umbellatum entre 2014 y 2024? Para ello, se seleccionaron y analizaron 24 estudios publicados en portugués o inglés, a partir de bases de datos como SciFinder®, Scopus, PubMed y ScienceDirect. Brasil fue el principal país de realización de los estudios, seguido de Camerún. Las hojas y los extractos polares fueron las partes más investigadas de la planta. Se identificaron nuevas actividades in vitro, incluyendo efectos antiesquistosómicos, filaricidas, insecticidas y herbicidas. Los estudios in vivo revelaron efectos protectores contra la colitis y el daño gástrico, así como beneficios reproductivos. La convergencia entre los usos tradicionales y la evidencia científica resalta el potencial terapéutico de esta especie para diversas afecciones, incluido su uso como afrodisíaco.