O autor analisa o efeito estético proposto ao espectador a partir das alterações recentes na cena teatral. Calcado as produções teóricas de Jacques Rancière, Wolfgang Iser e Hans-Robert Jauss, compreende que o efeito das experiências teatrais na contemporaneidade está marcado pela ausência de um fim definido a priori. Dizer que essa produção artística não tem um fim, contudo, não quer dizer que seja desprovida de finalidade.