Diante dos eventos climáticos extremos que o planeta tem enfrentado por conta de mudanças repentinas e drásticas, observa-se uma crescente preocupação dos órgãos responsáveis com o meio ambiente, por meio de discussões recentes que buscam elaborar planos de ação para garantir, de forma saudável, o futuro do planeta. Esta pesquisa busca elucidar os conceitos de arquitetura sustentável e arquitetura regenerativa e demonstrar como a segunda premissa pode ser aplicada com foco em se integrar ao ecossistema por meios regenerativos. A metodologia adotada fundamenta-se inicialmente em uma revisão bibliográfica que aborda a revisão conceitual dos termos e a evolução da arquitetura sustentável à arquitetura regenerativa além de um estudo de caso demonstrando sua aplicabilidade. Diante do exposto, fica clara a relação de evolução e complementariedade entre os conceitos propondo uma reflexão crítica sobre o papel do arquiteto como agente transformador e facilitador de processos vivos, que pode, e deve, atuar como agente restaurador daquilo que, um dia, suas próprias construções ajudaram a degradar, destacando a urgência da capacitação profissional para adoção da prática da arquitetura à luz das demandas ambientais contemporâneas.