A partir dos resultados de um levantamento empÃrico que inclui estudantes e professores de 2°e 5° ano de duas Faculdades públicas e duas privadas, Direito e Engenharia de Sistemas, propomos, no presente trabalho, a noção de marginalidade no conhecimento semelhante à s práticas de leitura atuais. Essa noção tem, em alguns aspectos, proximidade com as práticas de leitura existentes na Idade Média. Mesmo quando o acesso material está garantido existe uma desigualdade relativa ao acesso cultural que deixa fora uma ampla porcentagem de leitores.
Taking as a starting point the results of a fieldwork carried out with students and professors of the 2nd and the 5th year of two Universities (two public and two private) of Law and Engendering Systems Faculty, the idea of knowledge marginality is proposed for the current reading practices. This idea has, in certain aspects, similarities with the middle ages practices. Even when the material access is guaranteed, there are cultural inequalities that exclude a big percentage of readers.
A partir de los resultados de un trabajo de campo llevado a cabo con estudiantes y docentes de 2° y 5° año de las carreras de Derecho e IngenierÃa en Sistemas de dos Facultades públicas y dos privadas, se propone la noción de marginalidad en el conocimiento similar para las prácticas de lectura actuales. Esta noción tiene, en algunos aspectos, similitudes con las prácticas de lectura que habÃa en la Edad Media. Aun teniendo el acceso material asegurado, existe una desigualdad referida al acceso cultural que deja por fuera a un amplio porcentaje de lectores.