Este estudo discute a educação do campo atrelada à agricultura familiar, ressaltando que se trata de um projeto de vida em sua plenitude pelos movimentos sociais. Contrário a isso, a agricultura intensiva é apresentada como projeto de expulsão das famílias do campo. Esses dois projetos de agricultura são antagônicos porque o primeiro é voltado para a moradia de famílias com acesso às políticas públicas, dentre elas a educação que é o mote dessa pesquisa. Na contramão, a agricultura intensiva faz a defesa do campo apenas como local de produção agropecuária para gerar commodities e, como consequência, famílias são obrigadas a migrarem para as cidades, gerando o esvaziamento do campo e o desativamento das instituições escolares. Essa realidade é discutida por meio da pesquisa bibliográfica numa abordagem qualitativa e apresenta como resultado possibilidades do fortalecimento dos movimentos sociais em defesa da educação do campo e da agricultura familiar.
This study discusses rural education linked to family farming, highlighting that it is a life project in its entirety through social movements. Contrary to this, intensive agriculture is presented as a project to expel families from the countryside. These two agricultural projects are antagonistic because the first is aimed at housing families with access to public policies, including education, which is the focus of this research. On the contrary, intensive agriculture defends the countryside only as a place of agricultural production to generate commodities and, as a consequence, families are forced to migrate to the cities, generating the emptying of the countryside and the deactivation of school institutions. This reality is discussed through bibliographical research and presented as a result possibilities for strengthening social movements in defense of rural education and family farming.
Este estudio aborda la educación rural vinculada a la agricultura familiar, destacando que es un proyecto de vida en su totalidad a través de los movimientos sociales. Por el contrario, la agricultura intensiva se presenta como un proyecto para expulsar a las familias del campo. Estos dos proyectos agrícolas son antagónicos porque el primero está dirigido a viviendas para familias con acceso a políticas públicas, incluida la educación, que es el foco de esta investigación. Por el contrario, la agricultura intensiva defiende el campo sólo como lugar de producción agrícola para generar mercancías y, como consecuencia, las familias se ven obligadas a migrar a las ciudades, generando el vaciamiento del campo y la desactivación de las instituciones escolares. Esta realidad es discutida a través de una investigación bibliográfica con enfoque cualitativo y presenta como resultado posibilidades para fortalecer los movimientos sociales en defensa de la educación rural y la agricultura familiar.