Autoavaliação de escolas: O quê? Como? Com quem? E depois?*

Ensaio

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ISSN: 0104-4036
Editor Chefe: Fátima Cunha
Início Publicação: 01/10/1993
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciência da computação, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Psicologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Administração, Área de Estudo: Serviço social, Área de Estudo: Engenharias

Autoavaliação de escolas: O quê? Como? Com quem? E depois?*

Ano: 2023 | Volume: 31 | Número: 120
Autores: C. FIGUEIREDO
Autor Correspondente: C. FIGUEIREDO | [email protected]

Palavras-chave: AVALIAÇÃO, AUTO-AVALIAÇÃO DA INSTITUIÇÃO, ESCOLA, ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Em Portugal, a autoavaliação de escolas é obrigatória desde a publicação da Lei nº 31/2002. Apesar disso, verificam-se ainda fragilidades significativas no desenvolvimento destes processos, relacionadas com sentimentos de falta de conhecimentos, resistência e insegurança no desenho e na implementação de autoavaliação, pelas escolas e pelos seus profissionais. Estes sentimentos podem ser justificados por, apesar da existência de documentos legislativos orientadores, não ser claro o que se pretende de tais processos e que modos existem para a sua concretização. Este artigo tem como objetivo sistematizar um conjunto de possibilidades que possam apoiar o desenvolvimento de autoavaliações de escolas mais sustentadas e sustentáveis. Parte-se da reflexão sobre conhecimento científico existente sobre a temática, da análise das orientações presentes em políticas e processos avaliativos e da experiência profissional da autora, para dar resposta às questões “O quê?; Como?; Com quem?; E depois?” como possíveis questões orientadoras da autoavaliação de escolas.



Resumo Inglês:

In Portugal, school self-evaluation is compulsory since the publication of Law no. 31/2002. In spite of this, there are still significant weaknesses in the development of these processes, related to feelings of lack of knowledge, resistance, and insecurity in the design and implementation of self-evaluation by schools and their professionals. These feelings may be justified by the fact that, despite the existence of normative guiding documents, it is not clear what is intended by such processes and what ways exist for their implementation. This article aims to systematize a set of possibilities that can support the development of more sustained and sustainable school self-evaluations. It is based on the reflection on existing scientific knowledge on the subject, on the analysis of the guidelines present in policies and evaluation processes, and on the professional experience of the author, to answer the questions “What?; How?; With whom?; And then?” as possible guiding questions for school self-evaluation.



Resumo Espanhol:

En Portugal, la autoevaluación de las escuelas es obligatoria desde la publicación de la Ley nº 31/2002. A pesar de eso, aún existen importantes debilidades en el desarrollo de estos procesos, relacionadas con sentimientos de desconocimiento, resistencia e inseguridad en el diseño e implementación de la autoevaluación, por parte de las escuelas y sus profesionales. Estos sentimientos pueden justificarse por el hecho de que, a pesar de la existencia de documentos legislativos orientadores, no está claro qué se pretende con tales procesos y qué formas existen para su implementación. Este artículo tiene como objetivo sistematizar un conjunto de posibilidades que pueden apoyar el desarrollo de autoevaluaciones escolares más sostenidas y sostenibles. Se parte de la reflexión sobre el conocimiento científico existente sobre el tema, del análisis de lineamientos presentes en las políticas y procesos de evaluación, y de la experiencia profesional del autor, para responder a las preguntas “¿Qué?; ¿Cómo?; ¿Con quién?; ¿Y después?” como posibles preguntas orientadoras para la autoevaluación escolar.