Este artigo apresenta as experiências vivenciadas em uma pesquisa de produtividade por meio do filme Aruanda (1960), de Linduarte Noronha, em um curso de Pedagogia, no início do contexto pandêmico de 2020. A partir de uma perspectiva decolonial quilombola e do conceito de confluências, recorremos à metodologia da Análise Criativa como possibilidade de desenvolver, por meios das estéticas audiovisuais, outras epistemologias corpóreas, territoriais e históricas em conexão com os elementos naturais evidenciado na obra fílmica. Para além da ressignificação desses conceitos, compreendemos a necessidade de constituir a formação em Pedagogia a partir dos conhecimentos suscitados por intelectuais negras, em nosso caso, as mulheres quilombolas, bem como a constante necessidade de produzir currículos afrorreferenciados na formação docente e no cotidiano da sala de aula de futuras professoras, para o trabalho pedagógico com as diversidades.
This article presents the experiences lived in a productivity research through the film Aruanda(1960), by Linduarte Noronha, in a course of Pedagogy, at the beginning of the pandemic context of 2020. From a quilombola decolonial perspective and the concept of confluences, we resorted to Creative Analysis methodology as a possibility to develop, by means of audiovisual aesthetics, other corporeal, territorial and historical epistemologies, in connection with the natural elements evidenced in the filmic work. In addition to the resignification of these concepts, we understand the necessity of building the training in Pedagogy from the knowledge raised by black intellectuals, in our case the quilombola women, as well as the constant need to produce aforereferenced curricula in teachers training and in the daily classroom of future teachers for pedagogical work with diversity.
Este artículo presenta las experiencias vividas en una investigación de productividad por medio de la película Aruanda (1960), de Linduarte Noronha, en un curso de Pedagogía, al inicio del contexto pandémico de 2020. A partir de una perspectiva decolonial quilombola y del concepto de confluencias, recurrimos a la metodología del Análisis Creativo como posibilidad de desarrollar, por medios de las estéticas audiovisuales, otras epistemologías corpóreas, territoriales e históricas en relación con los elementos naturales evidenciado en la obra fílmica. Además de la resignificación de esos conceptos, comprendemos la necesidad de constituir la formación en Pedagogía a partir de los conocimientos suscitados por intelectuales negros, en nuestro caso las mujeres quilombolas, así como la constante necesidad de producir currículos afrorreferenciados en la formación docente y en el cotidiano del aula de futuras profesoras para el trabajo pedagógico con las diversidades.