Construção de espaços de coexistência: representações visuais de livros de matemática em destaque

Série-Estudos

Endereço:
Avenida Tamandaré, n. 6000 - Bairro Jardim Seminário
Campo Grande / MS
79117-900
Site: https://www.serie-estudos.ucdb.br/serie-estudos
Telefone: (67) 3312-3598
ISSN: 2318-1982
Editor Chefe: José Licínio Backes
Início Publicação: 12/06/1994
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas

Construção de espaços de coexistência: representações visuais de livros de matemática em destaque

Ano: 2025 | Volume: 30 | Número: 70
Autores: M. O. Drigo, L.C. P. de Souza, M. A. A. Pimenta
Autor Correspondente: Maria Ogécia Drigo | [email protected]

Palavras-chave: livro didático, o outro, representação visual, semiótica peirceana, formas visuais figurativas

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo, resultado de pesquisa sobre a questão da representação do outro em livros didáticos, tem como objetivos explicitar como as representações visuais presentes em livros didáticos apresentam as diferenças e inventariar os significados postos em movimento, para assim verificar como tais livros podem contribuir para a construção de uma ambiência propícia à coexistência das diferenças no contexto educacional. Assim, para o âmbito deste artigo, apresentam-se reflexões sobre o outro, o estranho, na perspectiva de Bauman; aspectos da semiótica peirceana que embasam a classificação das formas visuais figurativas, propostas por Santaella, a partir da qual são analisadas representações visuais das coleções de Matemática recomendadas pelo Programa Nacional do Livro e de Material Didático – PNLD 2020 – Ensino Fundamental II. Entre os resultados, destaca-se, inicialmente, a preponderância das formas visuais figurativas como registro, as quais levam o intérprete à constatação de diferenças, bem como contribuem para a construção de uma ambiência em que as diferenças coexistem em meio à solidariedade e à cordialidade.



Resumo Inglês:

This article, which is the result of research into the representation of the Other in textbooks, aims to explain how the visual representations in textbooks represent the differences and to inventory the meanings that are set in motion, in order to examine how these books can contribute to the construction of an ambience that is conducive to the coexistence of difference in the educational context. Thus, within the scope of this article, we present reflections on the Other, the stranger, from Bauman’s perspective; aspects of peircean semiotics that underpin the classification of figurative visual forms proposed by Santaella, from which the visual representations of the mathematics collections recommended by the Programa Nacional Programa Nacional do Livro e de Material Didático – PNLD 2020 – Ensino Fundamental II are analysed. Among the results, we highlight the preponderance of figurative visual forms as a record, which lead the interpreter to the observation of differences, as well as contributing to the construction of an ambience in which differences coexist amid solidarity and cordiality.



Resumo Espanhol:

Las unidades de conservación constituyen espacios imprescindibles para la conservación de la biodiversidad y para la realización de investigaciones científicas y saberes tradicionales. Además, son espacios donde la educación ambiental puede desarrollarse como un mecanismo de transformación individual y colectiva, estimulando el vínculo y la conexión afectiva con el lugar. La presente investigación tuvo como objetivo investigar las prácticas de educación ambiental no formal en unidades de conservación en Mato Grosso do Sul. Para ello, se realizó una investigación empírica a través de la técnica de entrevista semiestructurada, analizando cualitativamente el contexto en el que se inserta la educación ambiental no formal en los espacios identificados. A partir del levantamiento realizado, se seleccionaron siete unidades de conservación y se construyeron seis ejes temáticos, basados en el guion guía, para orientar los análisis y los resultados de la investigación. Estos son: prácticas de educación ambiental no formal; involucramiento con la comunidad en la promoción de la educación ambiental; participación colectiva a través de asociaciones y redes integradas; desafíos en la promoción de la educación ambiental; impacto de la pandemia, debido a la propagación del coronavirus, en las actividades y el conocimiento de la educación ambiental crítica.