Este artigo tem base em uma pesquisa que buscou compreender o papel da arquitetura no aprendizado de crianças do ensino fundamental. Foram realizadas entrevistas e estudos sobre sustentabilidade e biofilia, tendo fundamentação teórica não apenas na área de arquitetura, mas também da pedagogia e psicologia. Paralelamente, debruçou-se sobre a relação entre arquitetura escolar e os métodos pedagógicos considerados “alternativos”. Um projeto de arquitetura é usado neste trabalho como um experimento para reflexão. Buscou-se imaginar espaços que teriam o potencial de transformar a aquisição de conhecimento em algo divertido e desejado, fugindo do método tradicional conteudista comumente usados. Avaliou-se a importância de edifícios inclusivos e sustentáveis no sentido amplo da palavra, ou seja, voltado para a sustentabilidade ambiental, econômica e social, de uma escola pública de ensino fundamental. Como resultado, sugerem-se recomendações com base em uma proposta de arquitetura escolar que procura ser mais inclusiva, holística e agradável aos seus usuários.
This article is based on research that sought to understand the role of architecture in the learning of elementary school children. Interviews and studies on sustainability and biophilia were carried out, with a theoretical basis not only in the field of architecture, but also in pedagogy and psychology. At the same time, the relationship between school architecture and “alternative” teaching methods was examined. An architectural project is used in this work as a thought experiment. It sought to imagine spaces that would have the potential to transform the acquisition of knowledge into something fun and desirable, escaping from the traditional content-based method commonly used. We evaluated the importance of inclusive and sustainable buildings in the broad sense of the word, i.e. focused on environmental, economic and social sustainability, in a public elementary school. As a result, recommendations are suggested based on a proposal for school architecture that seeks to be more inclusive, holistic and pleasant for its users.
Este artículo se basa en una investigación que pretendía comprender el papel de la arquitectura en el aprendizaje de los niños de primaria. Se realizaron entrevistas y estudios sobre sostenibilidad y biofilia, con fundamentos teóricos no sólo en el campo de la arquitectura, sino también en la pedagogía y la psicología. Al mismo tiempo, se analizó la relación entre la arquitectura escolar y los métodos pedagógicos «alternativos». En este trabajo se utiliza un proyecto arquitectónico como experimento de reflexión. Se trataba de imaginar espacios que tuvieran el potencial de transformar la adquisición de conocimientos en algo divertido y deseable, huyendo del método tradicional basado en los contenidos que se utiliza habitualmente. Evaluamos la importancia de edificios inclusivos y sostenibles en el sentido amplio de la palabra, es decir, orientados a la sostenibilidad medioambiental, económica y social, en una escuela primaria pública. Como resultado, se sugieren recomendaciones basadas en una propuesta de arquitectura escolar que busca ser más inclusiva, holística y agradable para sus usuarios.