Este estudo examina as vivências de vida-formação de professoras negras no ensino fundamental I em Primavera do Leste, MT, focalizando os efeitos do racismo e sexismo desde a educação básica até a formação docente. Utilizando questionários e entrevistas com cinco participantes, a pesquisa analisa como essas trajetórias foram influenciadas pelas categorizações sociais. Os relatos evidenciam a intricada interseção de raça, gênero e classe. Obstáculos estruturais, juntamente da falta de consciência racial e de gênero, assim como sobre políticas públicas, impuseram inúmeras dificuldades às jornadas formativas das professoras negras. O estudo enfatiza a importância da conscientização racial e de gênero, e do entendimento ativo das políticas, para transformar as trajetórias dessas professoras, promovendo debates e ações rumo a uma educação mais plural, diversa, inclusiva e equitativa.
This study examines the life-formation experiences of black female teachers in primary education level I in Primavera do Leste, MT, focusing on the effects of racism and sexism from basic education to teacher training. Using questionnaires and interviews with five participants, the research analyzes how these trajectories were influenced by social categorizations. The narratives highlight the intricate intersection of race, gender, and class. Structural obstacles, coupled with a lack of racial and gender awareness, as well as awareness of public policies, imposed numerous difficulties on the formative journeys of black female teachers. The study emphasizes the importance of racial and gender awareness, as well as active understanding of policies, to transform the trajectories of these teachers, promoting debates and actions towards a more plural, diverse, inclusive, and equitable education.
Este estudio examina las experiencias de formación de vida de profesoras negras que trabajan en el nivel de educación primaria I en Primavera do Leste, MT, destacando los impactos del racismo y sexismo desde la educación básica hasta la formación docente. A través de cuestionarios y entrevistas con cinco participantes, la investigación analiza cómo estas trayectorias fueron moldeadas por las clasificaciones sociales. Los relatos evidencian la intrincada intersección de raza, género y clase. Obstáculos estructurales, junto con la falta de conciencia racial y de género, así como sobre políticas públicas, impusieron numerosas dificultades en los recorridos formativos de las profesoras negras. El estudio destaca la importancia de la conciencia racial y de género, así como del conocimiento activo de las políticas, para transformar las trayectorias de estas profesoras, fomentando debates y acciones hacia una educación más plural, diversa, inclusiva y equitativa.