O artigo explora a potência de violentar e desconstruir a imagem-representação da didática docente, tomando como ponto de partida a artistagem proposta por Corazza. Na poética do pesquisador, em relação com a artistagem docente, são revelados encontros e experimentações entre arte e filosofia que vibram e criam na educação. O currículo menor emerge como espaço de improvisação, experimentação e criação, resistindo ao currículo maior. A artistagem, nesse contexto, permite pensar as práticas docentes como processos de criação, liberando a educação dos modelos padronizados e da homogeneização. No contexto amazônico, a artistagem se expressa em criações que ocupam e compõem variações em suas obras-aulas. Por meio de composições estéticas que utilizam fotografias expressivas, são reinventados modos de existência, novas relações com o corpo, o meio, a docência e a cultura. Espera-se, neste artigo, problematizar as artistagens docentes propiciadas pelas vibrações e proliferações que ressoam no contexto amazônico.
The article explores the power of violating and deconstructing the image-representation of didactic teaching, taking as its starting point the artistagem proposed by Corazza. In the researcher’s poetics, in relation to teaching artistagem, encounters and experiments between art and philosophy that vibrate and create in education are revealed. The smaller curriculum emerges as a space for improvisation, experimentation and creation, resisting the larger curriculum. In this context, artistagem allows us to think of teaching practices as processes of creation, freeing education from standardized models and homogenization. In the Amazonian context, artistagem is expressed in creations that occupy and compose variations in their classroom works. Through aesthetic compositions using expressive photographs, modes of existence are reinvented, new relationships with the body, the environment, teaching and culture. In this article, we hope to problematize the teaching artistagens provided by the vibrations and proliferations that resonate in the Amazonian context.
El artículo explora el poder de violentar y deconstruir la imagen-representación de la enseñanza didáctica, tomando como punto de partida la artistagem propuesta por Corazza. La poética del investigador, en relación con la artistagem de la enseñanza, revela encuentros y experimentos entre arte y filosofía que vibran y crean en la educación. El currículo menor surge como espacio de improvisación, experimentación y creación, resistiendo al currículo mayor. En este contexto, la artistagem permite pensar las prácticas pedagógicas como procesos de creación, liberando la educación de los modelos estandarizados y de la homogeneización. En el contexto amazónico, la artistagem se expresa en creaciones que ocupan y componen variaciones en sus trabajos de aula. A través de composiciones estéticas que utilizan fotografías expresivas, se reinventan formas de existir, nuevas relaciones con el cuerpo, el entorno, la enseñanza y la cultura. El objetivo de este artículo es problematizar la artistagens pedagógica proporcionada por las vibraciones y proliferaciones que resuenan en el contexto amazónico.