EDUCAÇÃO SEXUAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA

Revista Ibero-America de Estudos em Educação

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ISSN: 1982-5587
Editor Chefe: José Luís Bizelli
Início Publicação: 31/12/2005
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Ciência política, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Filosofia, Área de Estudo: Geografia, Área de Estudo: História, Área de Estudo: Psicologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Engenharias, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

EDUCAÇÃO SEXUAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA

Ano: 2015 | Volume: 10 | Número: 1
Autores: Ana Cláudia Bortolozzi MAIA Marcelo Gonçalves RODRIGUES Fernanda Piqueira GOMES Priscila Foger MARQUES
Autor Correspondente: Ana Cláudia Bortolozzi MAIA | [email protected]

Palavras-chave: Educação sexual. Sexualidade. Deficiência física.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Pessoas com deficiência física são seres sexuados que necessitam receber esclarecimentos e educação sexual. Este trabalho descreve um programa de intervenção em educação sexual para pessoas com deficiência física que teve por objetivos: a) transmitir uma noção ampla e emancipatória de sexualidade, b) esclarecer e informar sobre a educação e repressão sexual, c) refletir sobre as mudanças na imagem corporal e autoestima da pessoa com deficiência física e suas implicações na sexualidade e d) discutir sobre a crença social de que a deficiência é impeditiva para a sexualidade. O programa foi realizado em dez encontros semanais de duas horas de duração e utilizouse de recursos pedagógicos como dinâmicas grupais, vídeos e imagens. Os jovens participaram ativamente, discutindo e refletindo sobre as questões sociais da sexualidade. Conclui-se que a população estigmatizada pela deficiência carece de esclarecimentos e reflexões sobre a construção social da sexualidade e da deficiência e que oportunidades de reflexões grupais em processos de educação sexual para essa população são fundamentais na sociedade inclusiva.