O artigo reflete sobre a importância do olhar sensível e individualizado do professor no contexto da inclusão escolar, ultrapassando a dependência dos laudos diagnósticos como guia exclusivo das práticas pedagógicas. Fundamentado em abordagem qualitativa e de cunho bibliográfico, o estudo busca compreender como o docente pode reconhecer a singularidade de cada aluno e, a partir desse reconhecimento, construir caminhos de aprendizagem que valorizem a diversidade e assegurem o direito de todos à educação. O referencial teórico dialoga com autores que abordam o papel do professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE), a colaboração docente e a humanização do ato educativo. Os resultados indicam que o olhar sensível, aliado à escuta e à empatia, transformao cotidiano escolar em espaço de acolhimento e crescimento mútuo, reafirmando a ética, o diálogo e a diferença como fundamentos para uma educação verdadeiramente humanizadora