La configuración de la salud mental escolar en Chile: políticas, tensiones de implementación y desafíos territoriales

Revista Brasileira de Educação do Campo

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ISSN: 25254863
Editor Chefe: Gustavo Cunha de Araujo
Início Publicação: 31/07/2016
Periodicidade: Anual
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

La configuración de la salud mental escolar en Chile: políticas, tensiones de implementación y desafíos territoriales

Ano: 2026 | Volume: 10 | Número: Não se aplica
Autores: R. Rojas-Andrade, N. G. Lagos-San-Martín, C. Ossa-Cornejo
Autor Correspondente: R. Rojas-Andrade | [email protected]

Palavras-chave: saúde mental escolar, desigualdade territorial, política educacional, educação rural, intersetorialidade.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A saúde mental escolar no Chile tem se configurado por meio de uma arquitetura institucional complexa, composta por marcos legais, normativos, curriculares e programáticos, mais do que por uma política única. Este artigo de reflexão analisa essa configuração a partir de uma perspectiva de direitos e desigualdade territorial, considerando suas implicações para a ação educativa em comunidades escolares urbanas e rurais. Desenvolve-se uma análise documental e argumentativa dos principais dispositivos que orientam a saúde mental escolar no país, com atenção às tensões de implementação, à articulação intersetorial e aos limites de políticas universais em territórios rurais. Argumenta-se que, embora existam avanços relevantes no reconhecimento do bem-estar socioemocional como parte da educação integral, persistem problemas de coerência, sobrecarga institucional, desigualdade territorial e adaptação contextual. Conclui-se que é necessário fortalecer o papel pedagógico da escola, consolidar políticas mais integradas, ampliar a formação docente e reconhecer as especificidades territoriais das comunidades educativas.



Resumo Inglês:

School mental health in Chile has been shaped through a complex institutional architecture composed of legal, regulatory, curricular, and programmatic frameworks rather than a single policy. This reflective article analyzes this configuration from a rights-based and territorial inequality perspective, considering its implications for educational practice in urban and rural school communities. It develops a documentary and argumentative analysis of the main devices that guide school mental health in the country, with attention to implementation tensions, intersectoral coordination, and the limits of universal policies in rural territories. The article argues that, although significant progress has been made in recognizing socio-emotional well-being as part of holistic education, problems of coherence, institutional overload, territorial inequality, and contextual adaptation remain. It concludes that strengthening the pedagogical role of schools, consolidating more integrated policies, expanding teacher training, and recognizing the territorial specificities of educational communities are necessary conditions for advancing school mental health.



Resumo Espanhol:

La salud mental escolar en Chile se ha configurado mediante una arquitectura institucional compleja, compuesta por marcos legales, normativos, curriculares y programáticos, más que por una política única. Este artículo de reflexión analiza dicha configuración desde una perspectiva de derechos y desigualdad territorial, considerando sus implicancias para la acción educativa en comunidades escolares urbanas y rurales. Se desarrolla un análisis documental y argumentativo de los principales dispositivos que orientan la salud mental escolar en el país, con atención a las tensiones de implementación, la articulación intersectorial y los límites de las políticas universales en territorios rurales. Se sostiene que, aunque existen avances relevantes en el reconocimiento del bienestar socioemocional como parte de la educación integral, persisten problemas de coherencia, sobrecarga institucional, desigualdad territorial y adaptación contextual. Se concluye que es necesario fortalecer el rol pedagógico de la escuela, consolidar políticas más integradas, ampliar la formación docente y reconocer las especificidades territoriales de las comunidades educativas.