As cidades desplugadas, na era da supermodernidade, impelem-nos a discutir, no presente artigo, o termo mobilidade informacional, com a finalidade de desnaturatizá-lo e trazer, à baila, as adversidades subjacentes a essa nova forma de subjetivação, de individuação e de mobilidade. Para lograr êxito nesse processo hermenêutico e investigativo, será utilizado como procedimento metodológico a revisão de literatura, embasada nos seguintes autores: Lemos (2007a, 2007b, 2008, 2009), Rivière (2006) e Tuan (2003). A intenção é de não só discutir as implicações entre mobilidade versus comunicação de massa, o processo de configuração e a reconfiguração do território informacional, mas também empoderar o coenunciador a tornar-se um “bricoleur” da transmodernidade, com o intuito de discutir o conceito de identidade na contemporaneidade e, assim, ressignificar o seu olhar no momento em que participa, colabora no processo de construção de novas maneiras de estabelecer vínculos e laços de pertencimento.
The unplugged cities, in the age of Supermodernity, lead us to discuss the term informational mobility in this article, aiming at denaturalizing it and bringing up underlying adversities to this new manner of subjectivation, individuation and mobility. In order to succeed in this hermeneutic and investigative process, the literature review will be used as methodological procedure, based on the following authors: Lemos (2007a, 2007b, 2008, 2009), Rivière (2006) and Tuan (2003). The intention is not only to discuss the implications between mobility and mass communication, the configuration process and informational territory’s reconfiguration, but also to empower the co-enunciator to become a “bricoleur” of the transmodernity, make possible to discuss the concept of identity in the contemporary society and, thus, to resignify his look at the time he is part of, collaborating in the building process of new ways of establishing links and the belonging feeling.