O espaço da educação emancipatória: pistas deixadas pelos movimentos de educação e cultura popular

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ISSN: 22379444
Editor Chefe: Frederico Braida
Início Publicação: 30/11/2011
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Educação

O espaço da educação emancipatória: pistas deixadas pelos movimentos de educação e cultura popular

Ano: 2025 | Volume: 15 | Número: Não se aplica
Autores: Milena Rezende Torino
Autor Correspondente: Milena Rezende Torino | [email protected]

Palavras-chave: autonomia, popular, emancipação, espaço, educação popular, autonomy, emancipation, space, popular education, autonomía, emancipación, espacio

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O artigo parte de uma perspectiva crítica às heteronomias tanto do projeto de arquitetura quanto do modelo escolar convencional, que supõem a dupla passividade de estudantes: em relação às explicações do mestre e ao lugar de ensino. A dimensão espacial de uma educação emancipatória é discutida à luz de princípios propostos por pensadores como Ivan Illich e Jacques Rancière. A partir de três experiências brasileiras dos movimentos de educação e cultura popular do início dos anos 1960, objetiva-se fornecer alguns pontos de partida a práticas pedagógicas críticas, principalmente no que tange à relação entre educação e espaço.



Resumo Inglês:

The article adopts a critical perspective on the heteronomies of both the architectural project and the conventional school model, which assume the students’ double passivity: towards the teacher’s explanations and towards the very space of teaching. The spatial dimension of emancipatory education is discussed in light of principles proposed by thinkers such as Ivan Illich and Jacques Rancière. Based on three Brazilian experiences from the education and popular culture movements of the early 1960s, the article offers starting points for critical pedagogical practices, especially regarding the relationship between education and space.



Resumo Espanhol:

El artículo parte de una perspectiva crítica de las heteronomías tanto del proyecto arquitectónico como del modelo escolar convencional, que suponen la doble pasividad de los alumnos: frente a las explicaciones del profesor y frente al propio espacio de enseñanza. La dimensión espacial de una educación emancipadora se analiza a la luz de los principios propuestos por pensadores como Ivan Illich y Jacques Rancière. A partir de tres experiencias brasileñas en el contexto de los movimientos de educación y cultura popular de comienzos de los años 1960, se proponen puntos de partida para prácticas pedagógicas críticas, especialmente en lo que respecta a la relación entre educación y espacio.