Neste texto, argumenta-se sobre a importância das seguintes relações: (i) narrativas e formação de professoras; (ii) narrativas e pesquisas na Teoria Histórico-Cultural. Metodologicamente, parte-se das produções narrativas de duas professoras em formação, buscando evidenciar como se entrelaçam vivências, condições concretas de docência e políticas públicas, e como se delineiam possibilidades de tomadas de consciência e de transformação de professoras da Educação Básica. Resulta das reflexões a compreensão da complexidade do trabalho docente, da necessidade de formação inicial e contínua em relações dialógicas e das responsabilidades individuais e, também, sociais, culturais e políticas para a docência.
This paper discusses the importance of the following relationships: (i) narratives and teacher education; and (ii) narratives and research in Cultural-Historical Theory. Methodologically, the analysis is based on narrative productions of two preservice teachers, aiming to show how lived experiences, concrete teaching conditions, and public policies are intertwined, as well as how possibilities for awareness and transformation among Basic Education teachers take shape. The reflections lead to an understanding of the complexity of teaching work, the need for initial and continuing education grounded in dialogical relations, and the individual as well as social, cultural, and political responsibilities involved in teaching.
En este texto se argumenta sobre la importancia de las siguientes relaciones: (i) narrativas y formación docente; y (ii) narrativas e investigación en la Teoría Histórico-Cultural. Metodológicamente, se parte de las producciones narrativas de dos profesoras en formación, con el propósito de evidenciar cómo se entrelazan las vivencias, las condiciones concretas de la docencia y las políticas públicas, y cómo se delinean posibilidades de toma de conciencia y de transformación de profesoras de la Educación Básica. De estas reflexiones resulta la comprensión de la complejidad del trabajo docente, de la necesidad de una formación inicial y continua en relaciones dialógicas, y de las responsabilidades individuales, sociales, culturales y políticas implicadas en la docencia.