PERCEPÇÃO DA COMUNIDADE DE PSICOLOGIA SOBRE O ATENDIMENTO TERAPÊUTICO DE PACIENTES SURDOS The psychology community perception on deaf patients therapy

Revista Espaço

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ISSN: 25256203
Editor Chefe: Wilma Favorito
Início Publicação: 31/12/1989
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Letras, Área de Estudo: Linguística, Área de Estudo: Multidisciplinar

PERCEPÇÃO DA COMUNIDADE DE PSICOLOGIA SOBRE O ATENDIMENTO TERAPÊUTICO DE PACIENTES SURDOS The psychology community perception on deaf patients therapy

Ano: 2023 | Volume: 59 | Número: 157
Autores: Andréa Gomes de Souza Felix, Heidi Elizabeth Baeck.
Autor Correspondente: INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS | [email protected]

Palavras-chave: Acessibilidade; Surdo; Psicoterapia.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Sob a argumentação de que a acessibilidade à psicoterapia por meio de intérprete ocasiona inevitável quebra de privacidade e causa grandes prejuízos para o paciente surdo, autores apontam a necessidade da proficiência em Libras dos terapeutas. O objetivo da presente pesquisa foi investigar o conhecimento sobre o sujeito surdo e a disponibilidade dos psicólogos em investir na formação em Libras. Os achados mostram que há um significativo contingente de psicólogos dispostos a atender pacientes surdos, tornando justificável investimentos públicos em ações inclusivas e apontam para o fato de que qualquer proposta de ampliação da rede de atendimento psicoterapêutico para a população surda demanda o enfretamento, com a mesma prioridade, de duas frentes: o fomento à proficiência em Libras para psicólogos; e a promoção de ações que gerem empatia da comunidade de psicologia com o sujeito surdo.



Resumo Inglês:

Under the argument that accessibility to psychotherapy through an interpreter results in an inevitable breach of privacy and causes great harm to the deaf patient, authors point out the need for therapists to be proficient in Brazilian Sign Language. The objective of the present research was to investigate knowledge about the deaf people and the willingness of psychologists to invest in training in Libras. The findings show that there is a significant contingent of psychologists potentially open to future sessions with deaf patients, making investments in inclusion actions justifiable and points to the fact that any proposal to expand the psychotherapeutic care network for the deaf population demands tackling, two fronts with the same priority: promoting proficiency in Libras for psychologists; and the fostering of actions that generate empathy from the psychology community toward deaf individuals.