Uma análise sobre igualdade a partir dos protocolos para julgamento com perspectiva de gênero (2021) e racial (2024) do Conselho Nacional de Justiça

Revista da Defensoria Pública do Estado de São Paulo

Endereço:
Rua Líbero Badaró, 616 - 4o e 7o andares
São Paulo / SP
Site: https://ojs.defensoria.sp.def.br/index.php/RDPSP/index
Telefone: (11) 3105-0919
ISSN: 2674-9122
Editor Chefe: Guilherme Krahenbuhl Silveira Fontes Piccina
Início Publicação: 30/09/2019
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Ciência política, Área de Estudo: Psicologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Direito, Área de Estudo: Serviço social

Uma análise sobre igualdade a partir dos protocolos para julgamento com perspectiva de gênero (2021) e racial (2024) do Conselho Nacional de Justiça

Ano: 2025 | Volume: 7 | Número: 2
Autores: REBELO, Thayná Monteiro; MATOS, Helena da Cunha; RODRIGUES, Ana Célia Campos
Autor Correspondente: REBELO, Thayná Monteiro | [email protected]

Palavras-chave: gênero, raça, igualdade.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente artigo pretende analisar os protocolos para julgamento com a perspectiva
de gênero (Brasil, CNJ, 2021) e racial (Brasil, CNJ, 2024), como fontes que visam
enfrentar as desigualdades estruturais da sociedade brasileira por meio da discussão
do princípio da igualdade material. Dessa forma, o presente trabalho responderá: em
que medida esses protocolos se alinham a uma perspectiva de igualdade material? Metodologicamente,
segue a teoria crítica, por meio de abordagem qualitativa com procedimento
bibliográfico, com ênfase em analisar conceitos da compreensão crítica, pautada,
especialmente, na reflexão entre gênero e raça. Em conclusão, a partir deste estudo, compreende-
se que os protocolos de gênero (2021) e racial (2024), enquanto guias práticos
aos magistrados(as), incentivam a reflexão sobre preconceitos e estereótipos, e buscam
promover a análise da legislação sob a ótica das desigualdades sociais, enfatizando o uso
do princípio da igualdade material com a demonstração de que tais instrumentos apresentam
potencial de concretização da igualdade material, embora encontrem limites em
sua efetiva implementação no sistema de justiça.